29 junho 2011

Ciberataques afetaram mais de 200 sites do governo brasileiro, admite Serpro

Os recentes ciberataques realizados contra páginas do governo brasileiro afetaram 220 sites – 20 deles ligados diretamente à esfera federal e 200 relacionados a órgãos públicos, como prefeituras, assembléias legislativas e universidades. O balanço foi divulgado por Marcos Mazoni, diretor-presidente do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), órgão responsável por fornecer serviços de TI ao governo.

Durante coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (28/6) em Brasília, Manzoni admitiu que os problemas, que tiveram início na última semana, ainda não terminaram.“Como os ataques continuam acontecendo, ainda que numa proporção menor, tivemos de alterar o esquema de trabalho do Serpro. Nós dobramos nossa equipe de vigilância nos ambientes de rede dos nossos portais, que trabalha 24 horas por dia”, disse o especialista, segundo notícia divulgada pela Agência Brasil. “Eles estão acompanhando a situação e bloqueando os acessos indevidos que, neste momento, ainda estão ocorrendo numa proporção acima do dobro da normalidade”, complementou.

Quanto aos danos causados pelos ciberataques, Mazoni disse que os problemas gerados aos sites do governo foram pouco significativos. Um dos maiores impactos, de acordo com ele, foi na página da Presidência da República, que ficou fora do ar por 1 hora, por conta de um ataque de pixação.


Além da tentativa de pixação, ele informou que foram identificados ataques de carga. Neste último caso, são geradas grandes quantidades simultâneas de solicitações, resultando na queda das páginas.

 
O diretor-presidente do Serpro garantiu ainda que nenhum dado sigiloso do governo federal foi acessado durante a invasão, mas admitiu que os ataques devem trazer alguns prejuízos à credibilidade do Estado, assim como exigirão a ampliação do atual número de funcionários do Serpro.

Apesar disso, Mazoni afirmou que não houve aumento dos investimentos anuais de R$ 130 milhões, previstos para a área de segurança e de reconhecimento da identidade dos usuários do Serpro. Ele lembra que o orçamento já previa uma verba extra de R$ 15 milhões a R$ 20 milhões.


Uma das medidas tomadas pelo Serpro para reforçar a segurança e facilitar a identificação dos cibercriminosos vai ser antecipar a migração dos sites do governo para o protocolo IPv6.


Fonte: Agência Brasil

Hackers e Crackers: as diferenças

Com os acontecimentos dos últimos dias, muito foi falado sobre hackers e crackers. Mas, afinal, o que estes termos significam e quais as diferenças entre esses experts da computação?

Para entender um pouco melhor, é necessário saber o que cada um dos nomes significa. Hackers são indivíduos que elaboram e modificam softwares e hardwares de computadores, seja desenvolvendo funcionalidades novas ou adaptando as antigas. Já cracker é o termo usado para designar quem pratica a quebra (ou cracking) de um sistema de segurança.


Na prática, os dois termos servem para conotar pessoas que têm habilidades com computadores, porém, cada um dos "grupos" usa essas habilidades de formas bem diferentes. Os hackers utilizam todo o seu conhecimento para melhorar softwares de forma legal e nunca invadem um sistema com o intuito de causar danos. No entanto, os crackers têm como prática a quebra da segurança de um software e usam seu conhecimento de forma ilegal, portanto, são vistos como criminosos.


As denominações foram criadas para que leigos e, especialmente a mídia, não confundissem os dois grupos. O termo "cracker" nasceu em 1985, e foram os próprios hackers que disseminaram o nome em sua própria defesa. A ideia era que eles não fossem mais confundidos com pessoas que praticavam o roubo ou vandalismo na internet.


Contradição


Apesar dos termos serem mundialmente conhecidos, chamar alguns de “bons” e outros de “maus” não agrada a todos. O programador Vinicius Camacho, por exemplo, acredita que tanto o hacker quanto o cracker são habilidosos e podem fazer as mesmas coisas. Na opinião dele, a intenção vale mais do que o ato. “Uma pessoa pode quebrar um software, como fazem os crackers, mas não usar as informações de forma antiética. O oposto também pode acontecer: um hacker usar sua habilidade de forma mal-intencionada”, conclui.


O que isso quer dizer? Isso significa que, para ele, o termo cracker, criado para denotar um “Hacker do mal”, é bastante subjetivo. Para ele os termos mais corretos são os usados dentro da ética hacker : “White Hat” (Chapéu Branco), “Black Hat” (Chapéu Preto) e “Gray Hat” (Chapéu Cinza). Os hackers "Chapéu Branco" são pessoas interessadas em segurança e, na maioria das vezes, usam suas habilidades a favor das empresas, sendo 100% éticos em suas ações. São eles que ocupam os cargos de analista de sistema, especialista em TI ou outros empregos na área de informática. Já os hackers "Chapéu Preto" são criminosos e, normalmente, especializados em invasões maliciosas de sites. Os hackers "Chapéu Cinza" têm as intenções de um Chapéu Branco, mas suas ações são eticamente questionáveis.


Apesar dessa contradição dentro do próprio cenário de profissionais da segurança, ainda muitos programadores aceitam os termos hacker e cracker como definições corretas. Diversos Fóruns sobre programação, blogs de tecnologia, sites como Wikipedia e até dicionários conceituam os hackers como profissionais do bem e crackers como criminosos.


E você, o que acha dessa história? Concorda com os termos hacker e cracker? Já sabia o que eles significavam? Dê sua opinião nos comentários.

 
fonte:http://olhardigital.uol.com.br

Como formar o futuro CIO?

Werner Kurzlechner, da CIO/Alemanha  
Publicada em 22 de março de 2011 às 08h12


Estudo da empresa de gestão de talentos Development Dimensions International (DDI), dos EUA, feita com mais de 1100 profissionais de TI, revela que mais de a metade das futuras lideranças adquire experiência com base em tentativa e erro. Sendo assim, não surpreende que, logo nos primeiros meses na função de gerente, as coisas saiam bastante errado.
Ocorre que a maioria das empresas não prepara os futuros executivos de forma adequada. E, agindo assim, dá início ao surgimento de uma série de deficiências no cumprimento das atribuições de chefia. Infelizmente, tais deficiências se unem a uma postura bastante arrogante no que se refere ao conhecimento e capacidade próprios.
Perguntados sobre o preparo para galgar posições mais elevadas dentro da organização, 11% se julgavam bem instruídos para assumir tarefas de cunho gerencial. Mais da metade (57%) acreditava que  a experiência própria, com base em tentativa e em erro, era importante para dar conta das atribuições de líder. E só um quinto dizia considerar o aprendizado absorvido na empresa como fator decisivo para desempenhar bem a nova função.

Como no futebol
As raízes dessa questão se confundem com a carreira de alguns jogadores de futebol que, depois de dar espetáculos em campo, vão se aventurar na carreira de técnico, sem dispor do preparo necessário ao comando estratégico de uma equipe de onze jogadores.
Essa dinâmica é rotineira nos departamentos de TI das grandes empresas nos EUA, em que predomina o paradigma “Sou bom no que faço, então também sou um bom líder”. “Ainda assim”, diz o gerente de uma firma de direito, “as coisas não são desse jeito. São qualidades distintas que estão em jogo”.
Entre os motivos que muitas vezes levam uma empresa a promover um colaborador estão a capacidade técnica (20%), e, em onze por cento dos casos, simplesmente a falta de opção. Em apenas outros onze por cento dos casos, os colaboradores foram selecionados para serem formados como líderes, com instrução e apoio apropriados.
Metade dos candidatos aos cargos mais altos pode ser atraída com ofertas de bons salários. De acordo com a o instituo que realizou a pesquisa, isso pode se transformar em um problema. “No longo prazo, um salário mais elevado perde o potencial de motivar os colaboradores a trabalhar com maior entrega pessoal e dedicação”, informa o estudo. Só 40% dos colaboradores promovidos, de fato, acompanham a evolução salarial com maior empenho profissional de maneira natural, ao passo que 30% dos funcionários catapultados às posições de gerente de TI encaram o maior volume de trabalho e a responsabilidade como mal necessário para o progresso na arena de trabalho.
Entre outros motivos citados, houve quem respondesse querer ajudar a empresa a lograr êxito em suas operações e muitos declararam o poder como o maior atrativo na busca por posições de destaque nas organizações.

Falta clareza
“Meu superior jamais declarou quais eram suas expectativas com relação ao meu trabalho”, respondeu uma parte significante dos entrevistados.
O estudo revela de que maneira os aprendizes a CIO absorvem seus conhecimentos: 40% recorrem a treinamentos, 26% disseram obter apoio de seus superiores, ao passo que outros 22% afirmaram aprender na prática do dia-a-dia. A troca de experiências com colegas ficou com 12% das respostas enquanto leitura técnica e capacitação em instituições externas recebeu nove por cento. Mas houve uma tendência evidente apontada por metade dos entrevistados: eles buscam o aprendizado com base na tentativa e erro.
Os resultados na vida profissional diferem para cada tática de aprendizado: 60% dos profissionais que exercem cargos de nível médio têm melhor performance do que aqueles que precisam resolver tudo com base em tentativa e erro (40%). No que se refere à qualidade de vida e satisfação profissional, os resultados foram muito semelhantes, com 47% dos aprendizes de gerente dizendo-se bastante satisfeitos com a escolha que fizeram para suas carreiras profissionais.

O resultado do suporte
Quem conta com suporte de superiores no cumprimento de tarefas, enquanto tem seu desempenho avaliado, demonstra excelentes níveis de intimidade com as tarefas que precisa desempenhar. As diferenças mais visíveis entre os candidatos que receberam apoio foram sua capacidade de comunicar e a alegria em assumir responsabilidades. Coragem para tomar decisões, capacidade de planejamento e organização foram outras características marcantes nesses jovens profissionais. Já os aspectos técnicos tinham melhor delineamento em aprendizes que tomaram a rota da capacitação.
Por sua vez, esses colaboradores de conhecimento técnico profundo temem chamar a atenção de subordinados com rendimento insuficiente. Também hesitam em demitir alguém ou em impor sua visão ante a outros colaboradores e superiores.
Tem mais: 56% dos jovens gerentes afirmou levar até um ano para criar alguma intimidade com seu rol de obrigações. Depois de dois anos, apenas 30% ainda têm alguma dificuldade com a rotina e as operações. Ao final de seis anos, um quinto continua enfrentando dificuldades com a posição de gerente.
Já 22% dos jovens líderes acha que seu trabalho é, no mínimo, excelente, enquanto dois terços avaliam seu desempenho como bom.
Na perspectiva dos analistas da DDI, tal percepção é igual a que se tem quando se percebe que os objetos  são menores do que seus reflexos no espelho aparentam ser. E provam essa ideia sinalizando defeitos em praticamente todos os jovens profissionais em cargos de gerência.  Segundo a consultoria, 52% deles tinham dificuldades em motivar seus colegas e 46% não estavam aptos a avaliar importantes processos da empresa.
Os profissionais da DDI sugerem que as empresas investiguem melhor as motivações que levam funcionários a se candidatar às vagas de gestão e que invistam em recursos internos para acompanhar a evolução dos pretensos líderes. Por fim, é essencial deixar as expectativas da empresa com relação ao desempenho e atribuições dos futuros CIOs.
fonte: http://cio.uol.com.br

04 junho 2011

Instalação do Mysql Workbench no linux.

O mysql workbench permite que você faça a engenharia reversa do banco ou seja, você informa o banco e ele gera o modelo para você.
Primeiramente abra uma nova aba ou janela no seu navegador e copie o endereço: http://dev.mysql.com/downloads/workbench/5.2.html#downloads agora selecione a versão do seu sistema operacional em nosso caso baixe o arquivo referente ao seu linux, atente que existe a opção para download para ubuntu 10.10 32 e 64 bit's  e para ubuntu 10.04 também 32 e 64 bit's.

Após selecionar a versão do seu sisema clique no botão donwload ao lado da versão escolhida. Agora aparecerá uma janela solicitando que você faça o seu cadastro ou efetue o login no site do mysql, logo abaixo aparece a opção: "» No thanks, just take me to the downloads!" clique e escolha de qual servidor deseja fazer o download, no meu caso escolhi o "Linorg - USP - Sao Paulo" mais fique a vontade para escolher o que desejar.


 Após o download basta abrir o arquivo .deb com o gerenciador de pacotes de sua versão de linux  e ele estará instalado.
Para executar vá em aplicativos, desenvolvimento e la estará o Mysql Workbench a sua espera! 

fonte:http://macetesquefuncionam.blogspot.com

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