26 abril 2011

Como fazer um organograma

O organograma é um diagrama que é usado para demonstrar relações de hierarquia dentro de uma empresa, ou seja, quem é chefe de quem – em poucas palavras. Além disto o organograma também tem a capacidade de demonstrar a distribuição de cargos, setores e a comunicação entre eles.
O diagrama que é usado para demonstrar relações de hierarquia dentro de uma empresa, ou seja, quem é chefe de quem – em poucas palavras. Além disto o organograma também tem a capacidade de demonstrar a distribuição de cargos, setores e a comunicação entre eles. O termo organograma foi criado por volta de 1856 pelo norte americano Daniel C. MacCallum quando ele administrava ferrovias nos EUA. Desde esta época o organograma é uma ferramenta fundamental para as organizações, é através deste diagrama que todos conseguem se basear sobre a hierarquia da empresa. Então tornou-se um padrão que hoje é muito utilizado.

Existem alguns tipos de organogramas:
  • Organograma vertical (também chamado de clássico), é mais usado para representar claramente a hierarquia na empresa;
  • Organograma circular (ou radial), é exatamente o contrário, usado quando se quer ressaltar o trabalho em grupo, não há a preocupação em representar a hierarquia. É o mais usado em instituições modernas ou do terceiro setor onde o se quer ressaltar a importância do trabalho em grupo;
  • Organograma horizontal também é criado com base na hierarquia da empresa, mas tem essa característica amenizada pelo fato dessa relação ser representada horizontalmente, ou seja, o cargo mais baixo na hierarquia não está numa posição abaixo dos outros (o que pode ser interpretado como discriminação, ou que ele tem menos importância), mas ao lado;
  • Organograma funcional é parecido com o organograma vertical, mas ele representa não as relações hierárquicas, e sim as relações funcionais da organização;
  • Organograma matricial é usado para representar a estrutura das organizações que não apresentam uma definição clara das unidades funcionais, mas grupos de trabalhos por projetos que podem ser temporários (estrutura informal).

Vamos mostrar aqui como criar um organograma utilizando o programa Microsoft Word. O Word tem uma ferramenta específica para criação de organogramas usando um gráfico SmartArt. Para criar um organograma rapidamente e com facilidade, digite ou cole seu texto e posicione e organize esse texto automaticamente. Quando você adiciona uma forma de assistente a um layout de organograma, como Organograma, um marcador com uma linha conectada indica a forma de assistente no painel Texto. Veja a imagem abaixo:
http://oficinada.net//imagens/coluna/2967/organograma1.gif

Embora você possa utilizar outros layouts de hierarquia para criar um organograma, a forma de assistente e os layouts de deslocamento estão disponíveis somente com os layouts de organograma.
Criando um organograma:1. Na guia Inserir, no grupo Ilustrações, clique em SmartArt.
http://oficinada.net//imagens/coluna/2967/organograma2.gif

2. Na galeria Escolher Elemento Gráfico SmartArt, clique em Hierarquia, clique em um layout de organograma (como Organograma) e clique em OK.

3. Para inserir o texto, execute uma das seguintes ações: Clique em uma forma no gráfico SmartArt e, em seguida, digite seu texto.

Observação Para obter os melhores resultados, utilize essa opção após adicionar todas as formas desejadas.
- Clique em [Texto] no painel Texto e, em seguida, digite o texto.
- Copie o texto de outro local ou programa, clique em [Texto] no painel de Texto e, em seguida, cole o texto. Se o painel Texto não estiver visível
Adicionar uma forma ao seu organograma
1. Clique no gráfico SmartArt ao qual você deseja adicionar uma forma.
2. Clique na forma existente mais próxima do local em que você deseja adicionar a nova forma.
3. Em Ferramentas SmartArt, na guia Design, no grupo Criar Gráfico, clique na seta em Adicionar Forma e, em seguida, execute uma das seguintes ações:
http://oficinada.net//imagens/coluna/2967/organograma3.gif

  • Para inserir uma forma no mesmo nível da forma selecionada mas depois dela, clique em Adicionar Forma Após.
  • Para inserir uma forma no mesmo nível da forma selecionada mas antes dela, clique em Adicionar Forma Antes.
  • Para inserir uma forma um nível acima da forma selecionada, clique em Adicionar Forma Acima.

A nova forma assume a posição da forma selecionada, e a forma selecionada e todas as formas diretamente abaixo dela são rebaixadas um nível cada uma.
- Para inserir uma forma um nível abaixo da forma selecionada, clique em Adicionar Forma Abaixo.

A nova forma é adicionada após as outras formas no mesmo nível.
- Para adicionar uma forma assistente, clique em Adicionar Assistente.

A forma assistente é adicionada acima das outras formas no mesmo nível no gráfico SmartArt, mas é exibida no painel Texto após as outras formas no mesmo nível. A opção Adicionar Assistente está disponível somente para layouts de organograma. Essa opção não está disponível para layouts de hierarquia, como Hierarquia.

Observações
  • Embora você não possa conectar automaticamente duas formas de nível superior com uma linha nos layouts de organograma, como Organograma, é possível imitar essa aparência adicionando uma forma ao elemento gráfico SmartArt e, em seguida, desenhando uma linha para conectar as formas.
  • Para mostrar uma relação de relatório com linha pontilhada entre duas formas, clique com o botão direito do mouse na linha e, em seguida, clique em Formatar Forma no menu de atalho. Clique em Estilo de Linha e, em seguida, clique no Tipo tracejado que deseja.
  • Para adicionar uma forma do painel Texto, posicione o cursor no início do texto em que deseja adicionar uma forma. Digite o texto que deseja na nova forma, pressione ENTER e, em seguida, para criar um recuo para a nova forma, pressione TAB, ou para criar um recuo negativo, pressione SHIFT+TAB.

Para adicionar uma forma assistente, pressione ENTER enquanto uma forma assistente é selecionada no painel Texto.
Alterar o layout de deslocamento do seu organogramaUm layout de deslocamento afeta o layout de todas as formas abaixo da forma selecionada.
1. Clique na forma no organograma à qual deseja aplicar o layout de deslocamento.
2. Em Ferramentas SmartArt, na guia Design, no grupo Criar Gráfico, clique em Layout e execute uma das seguintes ações:
http://oficinada.net//imagens/coluna/2967/organograma4.gif

Para centralizar todas as formas abaixo da forma selecionada, clique em Padrão.
http://oficinada.net//imagens/coluna/2967/organograma5.gif

Para centralizar a forma selecionada acima das formas abaixo dela e distribuir as formas abaixo dela horizontalmente com duas formas em cada linha, clique em Ambas.
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Para distribuir a forma selecionada à direita das formas abaixo dela e alinhar à esquerda as formas abaixo dela verticalmente, clique em Deslocamento à Esquerda.
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Para distribuir a forma selecionada à esquerda das formas abaixo dela e alinhar à direita as formas abaixo dela verticalmente, clique em Deslocamento à Direita.
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Referência:Microsoft Word Help

A história do Linux

O nome Linux surgiu da mistura de Linus + Unix. Linus é o nome do criador do Linux, Linus Torvalds. E Unix, é o nome de um sistema operacional de grande porte, no qual contaremos sua história agora, para que você entenda melhor a do Linux.

A origem do Unix tem ligação com o sistema operacional Multics, projetado na década de 1960. Esse projeto era realizado pelo Massachusets Institute of Technology (MIT), pela General Eletric (GE) e pelos laboratórios Bell (Bell Labs) e American Telephone na Telegraph (AT&T). A intenção era de que o Multics tivesse características de tempo compartilhado (vários usuários compartilhando os recursos de um único computador), sendo assim, o sistema mais arrojado da época. Em 1969, já exisita uma versão do Multics rodando num computador GE645.

Ken Thompsom era um pesquisador do Multics e trabalhava na Bell Labs. No entanto, a empresa se retirou do projeto tempos depois, mas ele continuou seus estudos no sistema. Desde então, sua idéia não era continuar no Multics original e sim criar algo menor, mas que conservasse as idéias básicas do sistema. A partir daí, começa a saga do sistema Unix. Brian Kernighan, também pesquisador da Bell Labs, foi quem deu esse nome.

Em 1973, outro pesquisador da Bell Labs, Dennis Ritchie, rescreveu todo o sistema Unix numa linguagem de alto nível, chamada C, desenvolvida por ele mesmo. Por causa disso, o sistema passou a ter grande aceitação por usuários externos à Bell Labs.

Entre 1977 e 1981, a AT&T, alterou o Unix, fazendo algumas mudanças particulares e lançou o System III. Em 1983, após mais uma série de modificações, foi lançado o conhecido Unix System IV, que passou a ser vendido. Até hoje esse sistema é usado no mercado, tornando-se o padrão internacional do Unix. Esse sistema é comercializado por empresas como IBM, HP, Sun, etc. O Unix, é um sistema operacional muito caro e é usado em computadores poderosos (como mainframes) por diversas multinacionais.

Qual a relação entre o Unix e o Linux, ou melhor, entre o Unix e Linus Torvalds?

Para responder essa pergunta, é necessário falar de outro sistema operacional, o Minix. O Minix é uma versão do Unix, porém, gratuita e com o código fonte disponível. Isso significa que qualquer programador experiente pode fazer alterações nele. Ele foi criado originalmente para uso educacional, para quem quisesse estudar o Unix "em casa". No entanto, vale citar que ele foi escrito do “zero” e apesar de ser uma versão do Unix, não contém nenhum código da AT&T e por isso pode ser distribuído gratuitamente.

A partir daí, “entra em cena” Linus Torvalds. Ele era um estudante de Ciências da Computação da Universidade de Helsinki, na Filândia e em 1991, por hobby, Linus decidiu desenvolver um sistema mais poderoso que o Minix. Para divulgar sua idéia, ele enviou uma mensagem a um grupo pela Usenet (uma espécie de antecessor da Internet). A mensagem pode ser vista no final deste artigo. No mesmo ano, ele disponibilizou a versão do kernel (núcleo dos sistemas operacionais) 0.02 e continuou trabalhando até que em 1994 disponibilizou a versão 1.0. Até o momento em que este artigo estava sendo escrito, a versão atual era a 2.6.

O Linux é um sistema operacional livre e é uma re-implementação das especificações POSIX (padronização da IEEE, Instituto de Engenharia Elétrica e Eletrônica) para sistemas com extensões System V e BSD. Isso signfica que o Linux é bem parecido com Unix, mas não vem do mesmo lugar e foi escrito de outra forma.
Mas porque o Linux é gratuito?

Linus Torvalds, quando desenvolveu o Linux, não tinha a inteção de ganhar dinheiro e sim fazer um sistema para seu uso pessoal, que atendesse suas necessidades. O estilo de desenvolvimento que foi adotado foi o de ajuda coletiva. Ou seja, ele coordena os esforços coletivos de um grupo para a melhoria do sistema que criou. Milhares de pessoas contribuem gratuitamente com o desenvolvimento do Linux, simplesmente pelo prazer de fazer um sistema operacional melhor.
Licença GPL

O Linux está sob a licença GPL, permite que qualquer um possa usar os programas que estão sob ela, com o compromisso de não tornar os programas fechados e comercializados. Ou seja, você pode alterar qualquer parte do Linux, modificá-lo e até comercialiazá-lo, mas você não pode fechá-lo (não permitir que outros usuários o modifiquem) e vendê-lo.
GNU

Mas a história do Linux não termina por aqui. É necessário também saber o que é GNU. GNU é um projeto que começou em 1984 com o objetivo de desenvolver um sistema operacional compatível com os de padrão Unix. O Linux em si, é só um kernel. Linus Torvalds, na mesma época que escrevia o código-fonte do kernel, começou a usar programas da GNU para fazer seu sistema. Gostando da idéia, resolveu deixar seu kernel dentro da mesma licença.
Mas, o kernel por si só, não é usável. O kernel é a parte mais importante, pois é o núcleo e serve de comunicador entre o usuário e o computador. Por isso, com o uso de variantes dos sistemas GNU junto com o kernel, o Linux se tornou um sistema operacional.

Mas você pode ter ficado confuso agora. O que é o Linux então? O que é GNU? Simplesmente, várias pessoas uma versões modificadas dos sistemas GNU, pensando que é o Linux em si. Os programadores que trabalham com ele, sabem que o Linux, é basicamente o kernel, conforme já foi dito, mas todos, chamam esse conjunto de Linux (há quem defenda o uso de GNU/Linux).

Finalizando, o projeto GNU é um dos responsáveis pelo sucesso do Linux, pois graças à “mistura” de seus programas com o kernel desenvolvido por Linus Torvalds, o Linux vem mostrando porque é um sistema operacional digno de habilidades insuperáveis por qualquer outro sistema.
Comandos básicos do Linux

Alguns comandos que você verá nesta página, equivalem aos utilizados no DOS. Se você não conhece o DOS, clique aqui e veja um tutorial que ensina a trabalhar com ele. No entanto, saiba que conhecendo ou não o DOS, você poderá estranhar bastante os comandos do Linux ou simplesmente não ter dificuldade alguma. Tudo depende de você. Essencialmente, trabalhar com o Linux é uma questão de prática e logo você ficará bem familiarizado.
[root@localhost /root]# 

Você sabe o que signfica isso aí em cima? O Linux usa uma estrutura diferente de organização em seu sistema de arquivos*. Por isso, em vez da sua pasta ser c:arquivospastaarquivo.txt, simplesmente no Linux, pode ser /home/pasta/arquivo.txt. Para você entender melhor, vamos analisar o prompt do Linux:
[root@localhost /root]#

usuário - diretório / local (PC ou rede) - modo usuário

Usuário: No Linux, cada pessoa precisa ter uma conta de usuário. Uma conta de usuário indica um nome e senha que devem ser utilizados para se conectar no sistema. Se o nome escolhido por você for, por exemplo, Fulano, em vez de root aparecerá fulano no lugar.

Usuário "root" (ou super-usuário): é quem tem acesso irrestrito ao sistema. Quando você se conecta como usuário root, você poderá fazer qualquer operação no Linux, como alterações de configuração do sistema, apagar ou modificar arquivos importantes, etc. Por isso, se conectar como root é muito arriscado, já que você pode causar algum dano sem querer.

Tendo isso em mente, nunca se conecte como root a não ser que seja mesmo necessário. Para usar o Linux no dia-a-dia, conecte-se com uma conta de usuário comum, assim não haverá risco de danos. Também não se esqueça de guardar muito bem a senha do root, pois se alguém descobrir, poderá destruir o sistema.

localhost /root : é o local (diretório) onde você está no momento (/root é padrão e equivale a C: no DOS).
Modo usuário: indica quem está usando a máquina, se um usuário comum ou o super-usuário. Veja:

# - modo super-usuário

$ - modo usuário

* Sistema de arquivos é um local onde os arquivos é diretórios são guardados. Consiste em uma área formatada em um dispositivo como um HD. Exemplos de sistema de arquivo: ext2/ext3 (Linux), FAT (DOS/Windows), NTFS (Windows NT/2000/XP), etc.
LINHA DE COMANDO

Antes de vermos os comandos em si, é necessário saber o que é Linha de Comando. Trata-se de um modo de trabalho com caracteres, onde você digita o comando e o executa pressionando "Enter" no teclado. Mas você também pode usar uma linha de comando em um ambiente gráfico. Se você usar o KDE por exemplo, pode procurar o aplicativo KDE Terminal para abrir uma janela com linha de comando. Mas isso vária de acordo com a versão do seu Linux. Mesmo assim não se preocupe, pois a linha de comando é muito fácil de se achar.


OS COMANDOS BÁSICOS
Vejamos agora os comandos básicos do Linux, seguidos de uma breve explicação:
• (qualquer comando) --help: mostra o HELP (arquivo de ajuda) do comando que você digitou;
• ls: lista os arquivos e diretórios da pasta (DIR no DOS);
• clear: limpa a tela (CLS no DOS);
• cd ___ : entra em um diretório (igual ao DOS);
• cd: vai direto para o diretório raiz do usuário conectado;
• : abre uma linha de comando "livre" , onde você pode digitar um comando extenso (digite q e clique em enter para sair);
• pwd: mostra o diretório inteiro que você está;
• cat: igual ao TYPE no DOS;
• df: Mostra as partições usadas ou livres do HD;
• |more: lista o arquivo com pausa de linha em linha (exemplo: CAT leiame |more)
• |lpr: imprime o arquivo listado;
• free: mostra a memória do computador (MEM no DOS);
• shutdown: desliga o computador:
• shutdown -r now : reinicia o computador;
• shutdown -h now : desliga o computador (só desligue quando aparecer escrito "system halted" ou algo equivalente);
• OBS.: O NOW pode ser mudado. Por exemplo: shutdown -r +10 e o sistema irá reiniciar daqui a 10 minutos).
• Reboot: reinicia o sistema instantaneamente (pouco recomendável, preferível shutdown -r now). Use somente em emergências;
• startx: inicia o X-Windows (interface gráfica) do Linux;
• kde: Inicia a Interface gráfica K Desktop Enviroment;
• mkdir: cria um diretório (MD no DOS);
• rmdir: destrói um diretório VAZIO (RD no DOS);
• rm: apaga um arquivo (DEL no DOS);
• rm –r: apaga um diretório;
• who: mostra quem está usando a máquina;
• wc: conta a quantidade de:
• wc -c arquivo : quantidade de bytes
• wc -w arquivo : quantidade de palavras
• wc -l arquivo : quantidade de linhas;
• date: mostra data e hora;
• telnet: inicia a TELNET;
• m: abre o MINICOM e permite configurar o modem;
• type: explica um determinado arquivo do sistema;
• file: descreve um determinado arquivo;
• find / - name ____ : procura arquivo "____";
• useradd nome_do_novo_usuário: cria uma nova conta usuário;
• passwd nome_do_usuário: cria ou modifica a senha do usuário;
• userdel -r nome_do_usuário: apaga um usuário;
• su: passa para o superusuário (perceba que no prompt irá mudar o $ pelo #);
• sndconfig: permite configurar a placa de som;
• TAR: arquivo para criar Backups:
• TAR –c: cria
• TAR –x: restaura
• TAR –v: lista cada arquivoTAR –t: lista os arquivos de backups;
• write: escreve mensagens para outro usuário em rede;
• mv: move arquivos;
• linuxconf: configuração do Linux;
• alias: possibilita a criação de comandos simples;
• &: coloca o comando desejado em background, ou seja, trabalha enquanto você faz outra coisa no computador;
• ps: relata os processos em execução;
• kill: encerra um ou mais processos em andamento;
• history: mostra os comandos que o usuário já digitou;
• lpr: imprime um arquivo (exemplo: lpr arquivo);
• lpq: mostra o status da fila de impressão;
• lprm: remove trabalhos da fila de impressão;
• mtools: permite o uso de ferramentas compatíveis com DOS. Após digitar o comando, você verá que todo comando do DOS terá um M na frente. Isso é normal.


fonte: www.oficinadanet.com.br

O Computador e a Programação

Todo o sistema que você usa, sistema operativo, navegador web, etc. é tudo programado por alguém, os programadores. Ora isso envolve apenas conhecimento de uma linguagem de programação e de arquitetura de sistemas. E o que é uma linguagem de programação?
O computador digital surgiu em resposta à necessidade do homem quanto a maneiras mais rápidas e eficientes de realizar grandes computações numéricas. Tais computações originam-se em situações práticas, como na solução de problemas de projeto de engenharia, bem como no decorrer de tentativas teóricas, tal como a de procurar localizar números primos. Tarefas como estas podiam ser executadas sem o auxilio da tecnologia do computador, mas em muitos exemplos seus valores seriam negados pelos seus custos em homem-horas e em resistência humana.

Qualquer pessoa que tenha vivido num período onde estas máquinas não eram assim tão populares consegue entender o quanto se evoluiu nesta área, atingindo-se um alto e crescente nível de automatização.

Este nível de desenvolvimento da informática tem permitido acelerar a realização de tarefas e torna possível a realização de atividades impensáveis há alguns anos atrás. A automação bancária, os equipamentos informatizados para a medicina, as redes de computadores, os sistemas multimídias, os videogames, são apenas alguns poucos exemplos de serviços e de alternativas de lazer que os computadores têm oferecido ao ser humano. Neste artigo, será relatada uma parte da "aventura" que nos permitiu ter, nos dias as poderosas máquinas e aplicações que nos rodeiam, através de como funcionam as arquiteturas de computadores, desde os primórdios da informática ou da Ciência da Computação.
Conceito de Computador Digital e Sua Estrutura

Mas o que seria um computador? - este pode ser definido como sendo uma máquina capaz de sistematicamente coletar, manipular e fornecer os resultados da manipulação de informações para um ou mais objetivos. Também pode ser definido como sendo uma máquina cuja função é resolver problemas através da execução de instruções que lhe são fornecidas. É constituído basicamente de dispositivos eletrônicos e eletromecânicos que permitem transmitir, guardar e manipular informações. Daí também ser chamado de equipamento de processamento eletrônico de dados.

O Processamento de dados consiste em extrair informação de dados. A extração de informação não é nada mais do que uma análise de conteúdo dos dados em questão e as relações retiradas dessa análise. Poderá também ser apenas a análise a frio, como por exemplo, número de dias do ano em que choveu número de cidades com problemas de tráfego, altura média de pessoas do sexo masculino em Portugal. A figura abaixo ilustra as etapas básicas de um processamento de dados. Dentro do contexto de computação, é importante diferenciar os termos dado e informação, embora, algumas vezes, eles possam ser tratados como sinônimos.

Os dados referem-se a uma recolha de informações organizadas, normalmente o resultado da experiência ou observação de outras informações dentro de um sistema de computador, ou um conjunto de instalações. Os dados podem consistir em números, palavras ou imagens, as medições e observações de um conjunto de variáveis; informações, registro que identifica alguma coisa tanto objeto ou animal. Informação é o resultado do processamento, manipulação e organização de dados, de tal forma que represente uma modificação (quantitativa ou qualitativa) no conhecimento do sistema (pessoa, animal ou máquina) que a recebe.

Dados os conceitos de dado e informação, podemos novamente definir computador como sendo um sistema coordenado de procedimentos e equipamentos capazes de manipular e transformar dados segundo um plano determinado, produzindo resultados informativos a partir destes dados. Tais resultados são utilizados para tomada de decisões mais precisas a cerca de pesquisas, planejamentos e gerenciamentos.

O que diferencia o computador de outras máquinas é o fato de não ter sua utilização pré-estabelecida em seu projeto, sua função é estabelecida conforme os procedimentos considerados para se alcançar determinados objetivos. Tais procedimentos controlam os equipamentos, sendo a parte lógica de um sistema de computação, o que é denominado software (soft: leve, intangível; ware: equipamentos). A parte física, visível de um computador (seus equipamentos eletromecânicos e circuitos eletrônicos) é denominada hardware (hard: duro, sólido e ware: equipamento).
Programação e o Conceito de Algoritmo

Programação é o processo de escrita, teste e manutenção de um programa de computador. O programa é escrito em uma linguagem de programação, embora seja possível, com alguma dificuldade, escrevê-lo diretamente em linguagem de máquina. Diferentes partes de um programa podem ser escritas em diferentes linguagens. Cada linguagem de programação tem a sua semâtica e sintaxe, como em qualquer linguagem, por exemplo, a lingua portuguesa. Por esse motivo, os programadores podem criar programas muito diferentes para diferentes linguagens; muito embora, teoricamente, a maioria das linguagens possa ser usada para criar qualquer programa.

Um Software é composto por instruções que podem ser executadas diretamente por um processador dizemos que está escrito em linguagem de máquina. A execução de um software também pode ser intermediada por um programa interpretador, responsável por interpretar e executar cada uma de suas instruções. Um programa de computador é composto por uma sequência de instruções (algoritmos), que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um programa correto e funcional, essa sequência segue padrões específicos que resultam em um comportamento desejado. Um programa pode ser executado por qualquer dispositivo capaz de interpretar e executar as instruções de que é formado. Para realizar uma determinada ação, um computador necessita de instruções precisas, completas e finitas sobre cada passo a executar. Por exemplo, para um computador calcular a área do círculo usando a fórmula p.r2, com um valor numérico para o raio do circulo (r) como dado de entrada, temos os seguintes passos:
  1. Ler o valor numérico para o raio do circulo e armazená-lo na memória.
  2. Calcular o valor da área usando a fórmula p.r2 e armazená-lo na memória.
  3. Imprimir e/ou mostrar no monitor os valores dos raios e áreas correspondentes.
  4. Parar.

Os passos ordenados constituem o que é denominado algoritmo. Um algoritmo é um conjunto finito de regras que fornece uma sequência de operações para resolver um problema específico. Um algoritmo opera sobre um conjunto de entradas (no caso do bolo, farinha ovos, fermento, etc.) de modo a gerar uma saída que seja útil (ou agradável) para o usuário (o bolo pronto). Um algoritmo tem cinco características importantes:

Finitude:
Um algoritmo deve sempre terminar após um número finito de passos.

Definição:
Cada passo de um algoritmo deve ser precisamente definido. As ações devem ser definidas rigorosamente e sem ambiguidades.

Entradas:
Um algoritmo deve ter zero ou mais entradas, isto é informações que são lhe são fornecidas antes do algoritmo iniciar.

Saídas:
Um algoritmo deve ter uma ou mais saídas, isto é quantidades que tem uma relação específica com as entradas.

Efetividade:
Um algoritmo deve ser efetivo. Isto significa que todas as operações devem ser suficientemente básicas de modo que possam ser em princípio executadas com precisão em um tempo finito por um humano usando papel e lápis.

Os passos de um algoritmo são as instruções que serão executadas pelas máquinas, as quais devem ser com uma linguagem que o computador "entenda". Assim, “um programa é a formalização de um algoritmo em linguagem inteligível pelo computador” (Guimarães/Lages). Linguagem de computador é uma coleção de cadeias de símbolos, de comprimento finito. Estas cadeias são denominadas sentenças de linguagem e são formadas pela justaposição de elementos individuais ou símbolos. A linguagem de um computador é baseada em impulsos elétricos (desligado (0) e ligado (1)). É uma linguagem de difícil manipulação e entendimento pelo ser humano, por isso foram desenvolvidas linguagens de programação mais próximas da linguagem humana (Pascal, Fortran, C etc.). Estas linguagens apresentam uma sintaxe rígida sobre a qual são construídas as descrições de cada passo de um algoritmo e são denominados linguagens de alto nível. As linguagens de alto nível são transformadas em linguagem de computador (linguagem de baixo nível ou de máquina) por programas interpretadores e tradutores.

Programas tradutores substituem cada instrução da linguagem de maior nível por uma sequência equivalente de instruções em linguagem de baixo nível. O computador então executa o novo programa em linguagem de baixo nível em vez do programa em uma linguagem de maior nível. Programas interpretadores recebem os programas escritos em linguagem de maior nível como dados de entrada e efetuam a execução examinando uma instrução de cada vez e executando a sequência equivalente de instruções em linguagem de baixo nível diretamente.
Estrutura de Controle

Estrutura de controle refere-se à ordem em que instruções, expressões e chamadas de função são executadas ou avaliadas em programas de computador sob programação imperativa ou funcional.
Os tipos de estruturas de controle disponíveis diferem de linguagem para linguagem, mas podem ser cruamente caracterizados por seus efeitos. O primeiro é a continuação da execução em outra instrução, como na estrutura sequencial ou em uma instrução jump. O segundo é a execução de um bloco de código somente se uma condição é verdadeira, uma estrutura de seleção. O terceiro é a execução de um bloco de código enquanto uma condição é verdadeira, ou de forma a iterar uma coleção de dados, uma estrutura de repetição. O quarto é a execução de instruções distantes entre si, em que o controle de fluxo possivelmente volte para a posição original posteriormente, como chamadas de subrotinas e corotinas. O quinto é a parada do programa de computador. Em nível de linguagem de máquina, as instruções de estruturas de controle geralmente funcionam ao alterar o contador de programa. Para algumas CPUs, as únicas instruções de estruturas de controle disponíveis são os diversos tipos de jump condicional.
A importância dos Algoritmos para a Computação

No começo, quando alguém precisava desenvolver um programa, tinha que se preocupar com todos os aspectos relacionados ao seu desenvolvimento, desde como usar os recursos da máquina como disco, impressoras e tudo mais, até criar as soluções para o problema do usuário propriamente dito. Com o tempo começou-se a usar rotinas e bibliotecas bem definidas do sistema operacional para fazer a parte de mais baixo nível e os programadores passaram a se concentrar especificamente nos problemas de programas dos usuários. Em pouco tempo percebeu-se que muitas coisas eram feitas por todos os programadores com os mesmos objetivos, mas de formas um pouco diferentes, esse tipo de trabalho dobrado acabava por consumir muito tempo.

Então sabendo que um algoritmo é uma forma de resolver um problema podemos falar de sua importância. Se precisarmos resolver um problema para o qual existe um algoritmo, basta consultar os livros e materiais sem ter que se preocupar em inventar novamente a solução. Embora pareça óbvio pode não ser, muitas vezes as pessoas acabam refazendo as coisas que já estão documentadas por aí. Existem diversos motivos para isso acontecer e um dos mais fortes é a vontade individual de desenvolver uma ferramenta ou biblioteca que faz alguma coisa interessante. A maior parte do desenvolvimento que temos no mercado se concentra em criar soluções para problemas do usuário utilizando o máximo possível de ferramentas fornecidas por alguma empresa. O resultado é que alguns dos programadores acabam ficando frustrados por nunca fazer alguma coisa realmente desafiadora.

Conhecer os algoritmos existentes e (pelo menos onde encontrar) suas implementações pode economizar tempo precioso na entrega de um produto de software. Durante os cursos nas faculdades aprendemos, por exemplo, alguns algoritmos de ordenação de dados e como se aplicam as diversas estruturas de dados que existem. Em algumas linguagens de programação esses algoritmos já estão disponíveis, e quando não é o caso já existem bibliotecas para usá-los. Saber usar esse recurso torna-se vantajoso não só porque agiliza o desenvolvimento, mas porque muitas vezes aumenta a qualidade do produto final. Quando criamos um código inteiro por nossa conta, temos que executar muitos testes para garantir que tudo está funcionando como deveria, mas se estivermos criando uma biblioteca de funções ao mesmo tempo em que criamos um produto que se utiliza dessa biblioteca dificilmente teremos o tempo necessário para realizar a quantidade de testes necessária a garantir a qualidade esperada.

A mistura de visões pode ser um grande problema para o programador. É necessário conhecer bem os diferentes papéis que podemos exercer durante o desenvolvimento e conhecer as ferramentas a mão. O conhecimento de formas de solução de problemas á um grande aliado na entrega de produtos de forma rápida e com maior qualidade. O Computador é uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Exemplos de computadores incluem o ábaco, a calculadora, o computador analógico e o computador digital. Um computador pode prover-se de inúmeros atributos, dentre eles armazenamento de dados, processamento de dados, cálculo em grande escala, desenho industrial, tratamento de imagens gráficas, realidade virtual, entretenimento e cultura.

No passado, o termo já foi aplicado a pessoas responsáveis por algum cálculo. Em geral, entende-se por computador um sistema físico que realiza algum tipo de computação. Existe ainda o conceito matemático rigoroso, utilizado na teoria da computação. Os computadores fazem parte da vida corrente e são, hoje em dia, aparelhos quase tão familiares como os telefones, os televisores e os frigoríficos. Se ainda há pessoas (cada vez menos) que os olham com desconfiança, é porque foram condicionadas nesse sentido. É um pouco como os peles-vermelhas, que tinham medo que os fotografassem, porque isso lhes roubava a alma. Quem quisesse mesmo tirar-lhes o retrato, ou o fazia às escondidas, ou explicava pacientemente que aquilo não interferia com a vida eterna.

Tal como os computadores, os programas são coisas diferentes para pessoas diferentes. Ou até coisas diferentes para a mesma pessoa, consoante a perspectiva em que ela se coloque. Uma definição circular: um computador é uma máquina programável e um programa é uma sequência de instruções para um computador! Não faz mal, que a gente percebe. No entanto, há uma certa vantagem em libertar a noção de programa da de computador.


fonte: www.oficinadanet.com.br

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